
Lucilena Rebelo Monteiro
Graduada em Engenharia Química pela Universidade Federal do Pará (1995). Mestre em Tecnologia Nuclear pela Universidade de São Paulo (2000). Tem sólida experiência em Química Analítica, com ênfase em Análise de Traços e Química Ambiental, e com técnicas como cromatografia líquida de alta eficiência e iônica (CLAE e CI), absorção atômica e ICP-MS. Atua em parceria com a Rede Meteorológica do Rio Grande do Sul desde 2007, na avaliação de ensaios de proficiência. Entre 2019 e 2021, atuou como consultora no Laboratório de Hidrologia Isotópica, da Agência Internacional de Energia Atômica – IAEA, onde desenvolveu trabalhos relativos ao estudo do Ciclo Biogeoquímico de nitrogênio, empregando análises de espécies nitrogenadas e de 15N-NO3 e 18O-NO3. Atualmente, integra o grupo de Pesquisa e Monitoramento Ambiental, no Centro de Química e Meio Ambiente, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, realizando atividades de pesquisa e institucionais relativas ao monitoramento ambiental das deposições úmidas atmosféricas, águas subterrâneas e efluentes líquidos.Seu trabalho de doutoramento (em andamento) trata do levantamento da linha meteórica local dos isótopos estáveis da água(2H,18O-H2O), na estação IPEN-USP, e da identificação de fontes de poluentes e massas de ar e umidade que chegam na cidade de São Paulo.
Palestra
Programas de Monitoramento Ambiental do Ipen e suas atividades relacionadas aos compostos Orgânicos e Microplásticos
Detalhes
Com a recente identificação de microplásticos no tecido pulmonar de indivíduos (Amato-Lourenço et al, 2021) surgiu no Brasil o alerta e a necessidade de monitoramento de microplásticos em material particulado fino e inalável. Nesta apresentação serão apresentadas as experiências do monitoramento atmosférico de espécies inorgânicas e orgânicas realizado no Ipen e as demandas para a medida dos microplásticos. Serão apresentadas as condições de amostragem, preparo de amostras, registros e controles ambientais e de brancos, atividades fundamentais para realizar medidas confiáveis. A partir desta experiência do Ipen estabelecida em seus programas ambientais serão apresentados métodos de diferentes locais do mundo para detectar e monitorar os microplásticos presentes no ar. Um aspecto central será a demanda por métodos normalizados e as dificuldades em medir as partículas no ar, para as quais podem ser observadas as diferenças relativas e não as cargas absolutas precisas.
Data e horário
Em breve.
