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SIMPEA 2026

PROGRAMAÇÃO

Programação prévia do evento, sujeita a alterações

Terça-feira, 09/06

Dia 1 – Poluição das Águas

Manhã – Palestras

  • 07h30 às 08h30 – Cadastramento
  • 08h30 às 09h30 – Abertura oficial e boas-vindasInstituto EcoFaxina, IPEN, UNISANTA, Prefeitura litoral
    • Integrantes da Mesa: Camilo Dias Seabra Pereira – Professor e Pesquisador da UNISANTA, Cláudia Lamparelli – Gerente do Setor de Águas Litorâneas da CETESB, Fábio Giordano – Pró-Reitor Acadêmico da UNISANTA, Francisca Adalgisa da Silva – Consórcio Universaliza Guarujá-Bertioga, Isolda Costa – Superintendente do IPEN, William Rodriguez Schepis – Diretor Presidente do Instituto EcoFaxina
  • 09h30 às 10h30 – Walter Waldman: Quem Decide o Enfrentamento Contra a Poluição Plástica?
  • 10h30 às 11h30 – Cláudia Lamparelli: Microplásticos nos Ambientes Costeiros: Desafios e Caminhos para o Monitoramento
  • 12h00 às 13h20 – Intervalo para almoço

Tarde – Sessão Poluição das Águas

  • 13h30 às 14h00 – Camilo Seabra: O Que Acontece em Santos, Fica na Praia de Santos: Plásticos e Drogas Ilícitas em Ecossistemas Marinhos
  • 14h00 às 14h30 – Paloma Choueri: Microfibras: O Impacto Invisível da Moda no Oceano
  • 14h30 às 15h00 – Caio Nobre: O Que os Olhos Não Veem, o Oceano Sente: Microplásticos em Ambientes Marinhos
  • 15h00 às 15h30 – UNESP BAURU crustáceos
  • 15h30 às 16h00 – Coffee Break
  • 16h00 às 16h30 – Kathrin Harre: Poluição por Plástico nos Rios Elba e Vjosa: Resultados do Monitoramento de Macro e Microplásticos
  • 16h30 às 17h00 – Mércia da Costa: Microplásticos em ecossistemas costeiros no Espírito Santo: o que os invertebrados nos contam?
  • 17h00 às 18h00 – Mesa Redonda (Mediadora: Duclerc Fernandes Parra)

Quarta-feira, 10/06

Dia 2 – Técnicas Analíticas, Padronização e Harmonização

Manhã

  • 07h30 às 08h30 – Cadastramento
  • 08h30 às 09h00 – Walter Waldman: Microplásticos: Quando a Ciência de Polímeros Encontra as Ciências Ambientais 
  • 09h00 às 09h30 – Renan Lourenço Oliveira Silva: Amostragem Ambiental e Microplásticos: Desafios para a Confiabilidade dos Dados Ambientais
  • 09h30 às 10h00 – Duclerc Parra: A Importância do Protocolo de Análise: Comparação Interlaboratorial de Análise de Padrão Internacional
  • 10h00 às 10h30 – Sueli Borrely: Efeitos Biológicos de Microplásticos e Microfibras no Ambiente Aquático
  • 10h30 às 11h00 – Niklaus Wetter: Micro e Nanoplásticos em Meios Complexos: Detecção Ótica Ultrassensível, Transporte e Efeitos em Ecossistemas Tropicais
  • 11h00 às 11h30 – Décio Semensatto: Microplásticos em Tempos de Harmonização
  • 11h30 às 12h00 – Lucas Kurzweg: De Macroplásticos a Microplásticos: Modelagem de Processos de Fragmentação e Abrasão em Sistemas Fluviais Usando LAVA e Medições Experimentais de Desgaste
  • 12h00 às 13h20 – Horário de Almoço

Tarde – Oficinas

  • 13h30 às 16h30 – Oficina 1:
    • Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC) como uma Técnica Robusta e Econômica para Identificar e Quantificar Microplásticos em Amostras Ambientais
  • 16h30 às 17h00 – Coffee Break
  • 17h00 às 18h00 – Oficina 2:
    • Plásticos e Ecotoxicologia Marinha

Quinta-feira, 11/06

Dia 3 – Governança e Educação

Manhã

  • 07h30 às 08h30 – Cadastramento
  • 08h30 às 09h00 – Ítalo de Castro: Caminhos da Governança: do Laboratório ao Tratado Global dos Plásticos
  • 09h00 às 09h30 – Lucilene Monteiro: Programas de Monitoramento Ambiental do IPEN e suas atividades relacionadas aos compostos Orgânicos e Microplásticos
  • 09h30 às 10h00 – Maria Cristina Gontijo: Regulamentação Jurídica da Utilização dos Pellets de Plástico na Limpeza de Embarcações
  • 10h00 às 10h30 – William Schepis: Microplásticos e o Papel do Terceiro Setor: Ciência Cidadã, Pesquisa e Monitoramento, como Fundamentos para a Elaboração de Projetos de Combate ao Lixo no Mar
  • 10h30 às 11h00 – Vitória Scrich: O Plano Estadual de Monitoramento e Combate ao Lixo no Mar
  • 12h00 às 13h30 – Horário de Almoço

Tarde

13h30 às 14h00 – A confirmar 
14h00 às 14h30 – A confirmar 
14h30 às 16h30 – Sessão de Pôsteres e coffee break
16h30 às 17h30 – Mesa Redonda
17h30 às 18h00 – Encerramento

Sexta-feira, 12/06 e Sábado, 13/06

Dia 4 – Visita Técnica ao IPEN
Dia 5 – Saída de Campo em Santos

Dia 4 (12 de junho) – 1º Workshop de Coleta, Caracterização e Aplicações Nucleares para Mitigação de Microplásticos – Visita Técnica

  • 06h30 às 07h00 – Embarque – partida para São Paulo Responsável
  • 07h00 às 09h00 – Trajeto até São Paulo
  • 09h30 às 10h30
    • Oficina 1Identificação de Microplásticos e Discussão Sobre a Influência de Envelhecimento na Identificação de Partículas (Duclerc Fernandes Parra)
    • Oficina 2Processamento de Efluentes por Radiação (Samir Luiz Somessari
  • 11h00 às 12h00
    • Oficina 3: Controle de Qualidade e Potabilidade de Águas Conforme a Portaria GM/MS Nº 888/2021 (Lucilene Rebelo Monteiro)
    • Oficina 4: Ecotoxicologia Aplicada aos Efeitos de Microplásticos em Organismos Aquáticos (Sueli Ivone Borrely e Murilo Vigilato)
  • 12h00 às 13h20 – Horário de Almoço
  • 13h30 às 14h30
    • Oficina 1Identificação de Microplásticos e Discussão da Influência de Envelhecimento na Identificação das Partículas (Duclerc Fernandes Parra)
    • Oficina 3: Controle de Qualidade e Potabilidade de Águas Conforme a Portaria GM/MS Nº 888/2021 (Lucilene Rebelo Monteiro)
  • 15h00 às 16h00
    • Oficina 4: Ecotoxicologia Aplicada aos Efeitos de Microplásticos em Organismos Aquáticos (Sueli Ivone Borrely e Murilo Vigilato)
    • Oficina 2: Processamento de Efluentes por Radiação (Samir Luiz Somessari)
  • 16h00 às 16h30 – Embarque – retorno para Santos
  • 16h30 às 18h30 – Trajeto até Santos

Dia 5 (13 de junho) – 1º Workshop de Coleta, Caracterização e Aplicações Nucleares para Mitigação de Microplásticos – Saída de Campo

  • 09h00 às 12h00 – Instituto EcoFaxina: Coleta, Identificação e Caracterização de Resíduos Sólidos em Ambiente Praial. Oficina de campo para demonstração de técnicas de coleta, classificação e gravimetria de resíduos sólidos em ambiente praial aplicadas à pesquisa científica e à ciência cidadã (William Rodriguez Schepis e Duclerc Fernandes Parra)

Sobre o IPEN

O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - IPEN é uma autarquia do Governo do Estado de São Paulo, vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico. É gerenciado técnica, administrativa e financeiramente pela Comissão Nacional de Energia Nuclear e associado para fins de ensino de pós-graduação à Universidade de São Paulo.

Localizado no "campus" da USP, ocupando uma área de 500.000 m2, o IPEN tem hoje uma destacada atuação em vários setores da atividade nuclear entre elas, nas aplicações das radiações e radioisótopos, em reatores nucleares, em materiais e no ciclo do combustível, em radioproteção e dosimetria, cujos resultados vêm proporcionando avanços significativos no domínio de tecnologias, na produção de materiais e na prestação de serviços de valor econômico e estratégico para o país, possibilitando estender os benefícios da energia nuclear à segmentos maiores de nossa população.

As diretrizes da instituição são definidas pelo Conselho Técnico-Administrativo (CTA), criado em 1982. O CTA é composto pelo superintendente e pelos responsáveis pelas Diretorias de P&D, Produtos e Serviços, de Projetos Especiais, de Administração, de Segurança Radiológica, de infraestrutura, e de Ensino e Informação Científica e Tecnológica. As diretrizes são aprovadas pelo Conselho Superior do Ipen com representantes da FIESP, da USP, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo e da CNEN.

A multidisciplinaridade que das atividades do setor nuclear, tem permitido ao IPEN, conduzir um amplo e variado programa de pesquisas e desenvolvimentos em outras áreas. Dentre essas, na área de Biotecnologia, na área de Física Nuclear e de Radioquímica, na área de Materiais Avançados, a obtenção e preparação de cerâmicas especiais, biomateriais e crescimento de monocristais para o uso em lasers.

Um rigoroso programa de controle radiológico e de segurança nuclear é conduzido em todas as instalações nucleares e radioativas do IPEN. Este programa inclui monitorações radiológicas, pessoal e ambiental, atendimento a emergências radiológicas, análises radiotoxicológicas, avaliações radiosanitárias, calibração de monitores de radiação, tratamento e acondicionamento de rejeitos nucleares de baixa atividade.

O IPEN é ainda responsável, em associação com a USP, pela condução de programas de pós-graduação em nível de mestrado e doutorado. A CAPES, do Ministério da Educação, tem avaliado os cursos de pós-graduação do IPEN outorgando em todas as suas avaliações os melhores conceitos colocando-o entre os melhores cursos de pós-graduação do país.

Sobre o Instituto Ecofaxina

O Instituto EcoFaxina – Limpeza, Monitoramento e Educação Ambiental é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 2008 na cidade de Santos para combater a poluição marinha por meio da elaboração de projetos, desenvolvimento de pesquisas e promoção de políticas públicas para a redução do aporte de plástico no oceano, tendo como estratégia principal a contenção de resíduos sólidos flutuantes, a recuperação de áreas degradadas e a redução de ocupações irregulares em áreas de preservação permanente. O Instituto organiza mensalmente Ações Voluntárias de limpeza de áreas naturais que, além de conscientizar a sociedade sobre as fontes geradoras de poluição marinha, são uma ferramenta de pesquisa e ciência cidadã que, por meio da sensibilização e do trabalho em equipe, propiciam uma nova perspectiva sobre esse problema ambiental para quem participa ou acompanha os trabalhos. Até o momento (abril/2024) foram realizadas 191 Ações Voluntárias, envolvendo mais de 5.000 pessoas na retirada de 93.266 quilos de resíduos sólidos de ecossistemas aquáticos, o equivalente a 1.865.320 garrafas PET de 2 litros.​

Atualmente integra o Grupo de Apoio à Mobilização da Região Sudeste para a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, em parceria com o Comitê de Assessoramento da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável no Brasil e com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Desenvolve pesquisa para determinação da concentração de microplásticos em sedimentos do estuário de Santos e São Vicente, em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) e o Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus Litoral Paulista (UNESP-CLP).